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Workshop desenvolvido para a 31a. Bienal de Arte de São Paulo, com Paulo von Poser e Bik Van der Pol.


Foto da enchente do Anhangabaú de 1958, utilizada como material da aula


Da esquerda para a direita: Carla Caffé, Jos Van der Pol, Zezão e Liesbeth Bik

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Desenho feito para a vinheta da série Vizinhos, da GNT. Animações de Rodrigo Pimenta.

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desenho esquema esboço bosquejo projeto debuxo ou o desenho como forma de pensamento

“…Coladas à realidade, as visões de São Paulo de Carla Caffé: um conjunto de alguns dos prédios mais significativos da cidade, não necessariamente em razão de seus predicados arquitetônicos, mas também dos laços afetivos que um e outro logram estabelecer com seus habitantes. Convertida em desenhos, cada construção tem sublinhada suas particularidades, como demonstrando qual o aspecto que lhe garante sua personalidade, prova simultânea do desenho como prática de ver melhor, para quem o faz e para quem o contempla…”

Agnaldo Farias

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Para vestir o  novo espaço de trabalho com originalidade e inspiração aplicamos em escala os desenhos dos espaços públicos da cidade de São Paulo.
Um tratamento de branco para criar uma opacidade à suprefície foi a solução de preservar os espaços de cada área de trabalho.

entrada: imagem cosmopolita ladeada pelas cores da empresa.

sala de trabalho

parede opaca com várias janelas para a cidade de São Paulo

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Mapa da Virada Cultural 2012

O maior evento cultural da cidade de São Paulo comunica suas atrações, shows, palcos e perfomances  atráves de um mapa da região central da cidade.
Optamos por um tratamento pictórico, um mapa mais de situar o público do que localizar com rigor os eventos.

 

 

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Exposição “A(e)rea Paulista”, de Carla Caffé
Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2011
Veja algumas fotos da exposição no flickr:
http://www.flickr.com/photos/carlacaffe

catálogo da exposição

 

 


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O projeto A(E)REA PAULISTA é uma paisagem construída através de cálculos poético-mentais sobre a topografia do espigão da Av. Paulista. Novos esquemas de navegação, novas tecnologias e novos horizontes mudam a nossa percepção da paisagem.
O conjunto exercita a memória urbana e fortalece a identidade da cidade.
A construção dessa paisagem nasceu do projeto de mapear os desenhos publicados no livro Av. Paulista (Cosac Naify e SESC Edições) para o espaço Tijuana. O patrimônio arquitetônico da avenida é representado junto às curvas de nível e dobras do relevo do espigão da Paulista, forte acidente geográfico que está intimamente ligado à percepção
da cidade.
Esta vista contempla as ruas e os bairros do Paraíso, Liberdade, Bela Vista, Higienópolis, Consolação e Centro.

Para visualizar a imagem completa, clique aqui.

Tiragem de 30 exemplares numerados e assinados.
À venda no Espaço Tijuana, rua minas gerais, 350

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Mas, atenção, esses desenhos não interessam apenas aos paulistanos. Fosse isto não importariam a ninguém. Interessam porque, realizados a partir da avenida Paulista, uma sucessão de decalques obtidos por fricções do olhar e dos dedos empunhando lápis e pinceis, são muitas outras coisas. A começar pela constatação de que nossa memória expande-se e se materializa nos espaços que habitamos ou por onde frequentemente passamos. E como poderia ser diferente uma vez que dificilmente nos vemos ou, por outra, vemo-nos pelo lado de dentro? Vai daí que nos percebemos em relação ao que nos rodeia. Somos, pois, constituídos pela idiossincrasia de cheiros e sons provenientes das ruas, do aroma insuportavelmente doce do vendedor de churros ao cheiro dos outros, quando estamos obrigados a promiscuidade das lotações; somos as buzinas, as sirenes, os alarmes, e também as conversas incessantes, em grupo ou solitárias, o prenúncio da chegada do próximo trem do metrô: o som surdo, que primeiramente se escuta pelas vísceras. Somos o extrovertido dos anúncios luminosos, cartazes, o alácre digladiamento das revistas expostas nas bancas de jornal, desejando que as olhemos de perto, em contraponto com a regularidade imponente das fachadas e dos desenhos das calçadas. Estamos na retícula das caixilharias, nos revestimentos especulares, como os que levam vidro, nos nervos expostos das estruturas que suportam as coberturas, no cume dos prédios, pretendendo inventar formas de diálogo com o céu ao mesmo tempo que nos persuade a olhar para cima.

Agnaldo Farias

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Paineis para hall e restaurante do Hospital Santa Catarina.
Para comemorar os 100 anos da av. Paulista o hospital Santa Catarina revestiu todo um andar com imagens da antiga avenida. O jardim da irmandade Santa Catarina e´ um dos únicos resquícios que ainda resiste ao tempo.
Parceria com Juliana de Campos Silva (tipografias)

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