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“ERA O HOTEL CAMBRIDGE” aborda a questão dos refugiados/imigrantes em conexão com a luta de trabalhadores sem-teto que disputam
uma moradia digna nas cidades do mundo inteiro. O filme é um hibrido de ficção e documental onde participam atores e personagens reais
de uma ocupação no centro de São Paulo. O convívio entre línguas, mundos e culturas diferentes transforma a narrativa em uma rica
polifonia de situações tragicômicas.

Para adaptar os espaços do edifício para os cenários da ficção a diretora de arte convidou alunos e professores de arquitetura da
Escola da Cidade para realizar o projeto. Uma equipe de 21 alunos do 2º, 3º e 4º anos da Escola da Cidade, sob a orientação dos
professores Carla Caffé e Luís Felipe Abbud, assinam a direção de arte do filme como conteúdo do 2 semestre letivo da escola em 2014.
Essa experiência possibilitou a não só a extensão da educação para fora de seus padrões tradicionais de ensino como também ampliou
o diálogo entre arquitetura e cinema.

A parceria das irmãs Caffé _Eliane, cineasta e Carla, diretora de arte e professora da Escola da Cidade_ tem sido fundamental para
assegurar as ferramentas necessárias para esse modo de proceder com a criação coletiva. Atualmente, ambas estão completamente voltadas
para consolidar a prática de pensar e produzir um cinema “polifônico”, “dialógico” e que se estenda muito além dos sets de gravações.

Storyboard desenvolvido pelos alunos

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BILU E JOÃO
Produção italo-brasiliera, o filme fala da realidade das crianças no Brasil
Um documentário ficção onde os atores são do universo das locações.
Filme de Katia Lund, 2005

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O filme ressalta a beleza e sensualidade da cidade do Rio de Janeiro.
Um filme colorido para esquecer as amarguras.
Direção Bruno Barreto.
Parceria Cassio Amarante, ano 2000.

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As várias realidades sociais da cidade do Rio de Janeiro se entrelaçam no exato momento de passagem para o ano 2000.
Um filme sensível sobre a realidade social do Brasil.
Filme de Walter Salles e Daniela Thomas, 1998

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O filme foi confeccionado pela comunidade da Gameleira da Lapa. Enquanto filmávamos a cidade de Javé, os adereços de cenários e figurinos das fantasiosas estórias eram executados. A população participou desde a pré-produção até a filmagem, o que confere ao filme um caráter documental.

Um filme de Eliane Caffé.

livro da direção de arte do filme
Um minucioso trabalho de tingimento dos figurinos foi como controlamos as cores, para depois manipular digitalmente as cenas fantasiosas. Para cada personagem uma gama diferente de cores.

livro2

Fotos da composição de Indaleu e Oxum. Na reconstituição dos negros valorizou-se o cabelo e os acessórios. Debret como referência.

Para mais informações sobre o trabalho acesse o design gráfico.

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O filme marcou a retomada do cinema brasileiro dos anos 90.  Um “road movie” que começa no Rio de Janeiro, cidade impessoal, violenta e claustrofóbica; e acaba num sertão, de grandes planos abertos e horizontes.

Para dar mais autenticidade aos cenários da romaria,  incorporamos os adereços da sala dos milagres e alguns da feira de Juazeiro do Norte. Em parceria com Cássio Amarante.

Um filme de Walter Salles.